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Abraão
e seus Filhos No
passado acreditava-se geralmente que Abraão procedia diretamente de um
povo nômade que vivia uma vida pastoril, muito afastado de grandes
cidades e de concentrações de população. Mas, se ele nasceu em Ur
dos Caldeus, como a Bíblia indica, criou-se em uma das metrópoles
maiores, mais progressistas e mais importantes do mundo antigo. Ur era
um próspero centro comercial e político muito antes e depois dos
tempos de Abraão. |
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Os
eruditos acreditaram durante muito tempo que naquela época Ur se
encontrava muito mais perto da beira do Golfo Pérsico. A pesquisa
moderna mostra, entretanto que a linha da costa antiga era mais ou menos
a atual. A cidade situava-se à margem do Rio Eufrates, cercada de
grandes muralhas e com aproximadamente 200 mil habitantes. Abraão
deve ter atingido a maioridade numa cidade que era um dos centros mais
altamente civilizados e progressistas daquele tempo. Porque então seu
pai Terá, se mudou para Harã, um lugar muito ao norte do vale do
Eufrates, distante de Ur aproximadamente mil quilômetros? A resposta não
é clara, mas o arqueólogo Leonard Woolley, que encontrou muitas coisas
interessantes em Ur , acredita ter descoberto uma boa razão nas capelas
familiares anexas a quase todas as casas. Nelas era adorado um “deus
familiar”, evidentemente um costume novo no tempo de Abraão. O fato
desse deus familiar vir a significar mais para o povo de Ur do que o
culto do deus lua – que tinha seu centro na enorme torre-templo, também
chamado zigurat, que dominava toda a cidade- poderá ter
levado Terá e sua família a se mudarem
para Harã, outro centro do deus lua. A mudança, é claro,
poderia ter sido apenas uma questão de negócio, ou talvez tivesse
alguma coisa a ver com a morte do filho mais velho. Fosse qual fosse a
razão, o fato é que eles se mudaram. Em
que período ocorreu este dramático episódio? A Idade Patriarcal da Bíblia
corresponde ao período médio da Idade do Bronze de 2000-1500 aC., mas
quando Abraão viveu exatamente é incerto ainda. Os modernos biblistas
situam a migração de Ur para
Harã entre os séculos XX
e XIX antes de Cristo. De
modo que a data tradicional de
1962 aC., que se encontra em algumas edições da Bíblia, talvez não
esteja muito longe de ser exata. Na
parte noroeste da Mesopotâmia existe uma área de pradarias chamada Padã-Arã,
ou planície de Arã. Perto de seu centro ficava Harã, onde se
encontram importantes trilhas de caravanas. Padã Arã estava muito
longe de Ur em distancia, tamanho e importância, mas não era , como se
pensou anteriormente, uma aldeia ou estação de caravanas, muito além
dos limite da civilização . No tempo em que os patriarcas lhe chamavam
sua terra , devia ser uma cidade florescente , e sua menção freqüente
em tabuinhas de escrita cuneiforme dos séculos XIX e XVIII aC., é
prova clara de que era um importante entroncamento e centro mercantil. Harã
ficava na margem do rio Balikh, perto de cem quilômetros ao norte de
sua união com o Eufrates. Cerca de cem quilômetros a leste de Harã
ficava o famoso Tell Halaf – Goza da Bíblia (II Reis 19,12) – do
qual foram desenterradas algumas das mais antigas indicações da elevação
do homem acima da vida primitiva e de sua transição dos instrumentos
de pedra para os instrumentos de metal. Aí também foram encontrados os
primeiros indícios de um veículo de rodas. A
cerca de quatrocentos quilômetros de Harã descendo o Balik e o
Eufrates , ficava a cidade há muito esquecida de Mari, que começou a
ser descoberta em 1933. Nela encontrava-se talvez o maior castelo do
mundo antigo, contendo mais de duzentas peças. Mas de muito maior
importância foram as vinte mil tabuinhas retiradas dos arquivos do palácio.
Serão necessários muitos anos para traduzir todas elas, mas as já
decifradas contribuíram consideravelmente para melhor conhecimento
dessa região, governada no tempo de Abraão
pelos pacíficos reis de Mari. Não
só Harã é mencionada nessas tabuinhas, mas freqüentemente também
outro lugar chamado Nakhur. Este não é outro senão Naor, a terra de
Rebeca, que se tornou a esposa de Isaque , filho de Abraão. Este país
da planície de Arã está
muito intimamente identificado com os antepassados do povo hebreu. Sabemos
pouco sobre a vida de Terá e sua família em Harã. Os primeiros
detalhes referentes a Abraão nos são dados pela Bíblia quando Deus
lhe falou dizendo que devia deixar a casa de seu pai e partir para uma
terra que Ele lhe
indicaria. E prometeu-lhe: “de ti farei uma grande nação, e te
engrandecerei.” Abraão
obedeceu ao Senhor e partiu para Canaã, aquela porção do Fértil
Crescente que serve de ponte de terra entre a Äsia e a Äfrica e que os
homens tem atravessado desde o começo dos tempos em busca de terras,
comércio ou conquistas, e que , por conseguinte , tem servido de via de
comunicação e de campo de batalha. Como viajou Abraão? Pela rota mais
direta, seguindo para o sul ao longo das margens do rio Balik e depois
atravessado o deserto sírio na altura da bíblica Tadmor, mais
conhecida pelo seu nome romano de Palmira. Daí Abraão teria andado
mais duzentos e quarenta quilômetros até a cidade de Damasco, que é
provavelmente o lugar mais antigo, grande ou pequeno, que existe no
mundo ininterruptamente habitado até o presente. Poucas cidades estão
situadas em lugar tão belo, com o Monte Hermom, coroado de neve, a
oeste e o deserto estendendo-se em outras direções. Quanto
tempo Abraão ficou nessa cidade, que para os árabes é o paraíso na
Terra? O tempo suficiente pelo menos para adquirir um servo habilíssimo,
Eliezer, que se tornou seu mordomo (Gn 15,2). Abraão seguiu seu
caminho, não se sabe por que rota até armar seu primeiro acampamento
em frente da antiga cidade de Siquém. A
casa de Abraão, composta de sua esposa estéril Sara (Sarai), e de seus
servos ou escravos, devia já então ser um grupo substancial.
Provavelmente eram várias centenas ao todos e muitos rebanhos e
manadas. Juntamente com o grupo de Abraão, outros grupos caminhavam
juntos, entre eles a casa de Ló, sobrinho de Abraão. Estes grupos
devem ter parecido uma terrível ameaça aos habitantes de Canaã, cuja terra estava sujeita a
freqüentes invasões nômades. Abraão e Ló devem ter sido olhados
com verdadeira apreensão quando chegaram à essa região. Além
disso reinava uma grande seca , a água era escassa e os pastos tinham
sido tosados até à raiz. Os canaãnitas devem ter ficado aliviados
quando os seus “hóspedes” prosseguiram pela rota para o sul. Por
causa da seca, as áreas de pastos de Canaã não podiam suportar os
rebanhos e manadas combinadas de Abrão e Ló, de modo que, como muitos
nômades desse tempo, Abraão e seu sobrinho, tiveram de procurar refúgio
na terra irrigada pelo imenso rio Nilo. Tomaram então a direção do
deserto da Judéia, passando pela cidadezinha murada de Jebus, cidade
que deveria crescer em tamanho e importância e mais tarde viria a ser
conhecida como a famosa
cidade de Jerusalém. Depois disso para o sul, passando pequenas aldeias
e campos eles teriam descido da região elevada da Judéia até a região
de Bersheva. Aí
começou uma caminhada de trezentos e vinte quilômetros pelo deserto do
sul até chegarem a fronteira egípcia. Além desse ponto havia bons
pastos, mas teriam permissão de passar além?
O fato é que passaram, e parece que Abraão era pessoa bastante
importante, pois o faraó procurou fazer uma aliança
com ele. Foi isso que causou aquele lamentável incidente entre
os dois. Tendo-lhe sido dito que Sara, mulher de extrema beleza, era irmã
de Abraão, o faraó levou-a para seu palácio. Nessa mesma noite ele
soube que Sara era, na realidade, esposa de Abraão e, irritado em ter
sido enganado, o poderoso rei baniu Abraão e seu povo da terra do
Egito. Antes que isso acontecesse, entretanto, Abraão teve tempo de
conhecer e admirar muitas das maravilhas da civilização egípcia, que
posteriormente seus descendentes também vislumbrariam por várias gerações.
Pastoreando
seus rebanhos, Abraão e seu sobrinho Ló iniciaram a viagem de volta
para o norte. Não tardou que de novo chegassem nas montanhas secas de
Canaã, onde mais uma vez se viram em dificuldades por causa dos pastos
e decidiram-se separar. Das altas colinas de Betel os dois observaram a
região.Sendo-lhe dado a escolher, Ló decidi-se pela área tórrida,
luxuriante, mas excessivamente perversa, em volta das cidades de Sodoma
e Gomorra. Aí ele e sua casa logo se encontraram em dificuldades, sendo
capturados por quatro reis que vieram da Mesopotâmia para cobrar
tributos. Sabendo
do que acontecera com seu sobrinho, Abraão armou seus servos e partiu
para libertar Ló. Dessa forma expulsou os reis e tomou posse da região
sul de Canaã. Ló mais tarde encontrou a ruína e sua mulher foi
transformada em estátua de sal, quando Deus fez chover fogo e enxofre
sobre as perversas cidades de Sodoma e Gomorra. Quanto a Abraão, ele e
seu povo cresceram e prosperaram aí entre estrangeiros, tão longe de
sua pátria. Foi
aí que Deus apareceu novamente a Abraão, como havia feito muito tempo
antes em Harã, e repetiu Sua promessa de que Abraão se tornaria o pai
de muitas nações e que ele e sua semente herdariam a terra de Canaã
“para sempre”. Foi aí
que Agar, serva de Sara, lhe deu um filho, chamado Ismael, que estava
destinado a ser o antepassado do povo árabe. Aí a idosa Sara, que há
muito tempo era estéril, deu a Abraão seu bem amado filho Isaque, em
cumprimento da promessa de Deus. E foi aí também, em Canaã, que o
Anjo do Senhor deteve a mão de Abraão quando este, em seu profundo
amor a Deus, lhe ofereceu Isaque em sacrifício. Apesar de todas as bênçãos que recebeu em Canaã, Abraão considerava essa terra um lugar ímpio. Enterrou Sara aí, na caverna de Macpela, perto de Hebrom, mas em anos posteriores, não querendo aliar seus descendentes ao povo de Canaã, enviou seu servo a brande distância, para os lados do norte, à sua antiga pátria na planície de Arã , a fim de escolher uma esposa para seu filho Isaque dentre as filhas de seus parentes que ainda habitavam essa região. Ao conhecer os pais de Rebeca e saber que eram aparentados com seu amo Abraão, o servo tratou o casamento dela com Isaque e levou-a consigo de volta para Canaã. Isaque e Rebeca amaram-se e mesmo depois da morte de Abraão continuaram vivendo em Canaã, a Terra Prometida. Seus filhos gêmeos estiveram longe de serem uma benção perfeita. Isaque amava o seu voluntarioso e robusto filho mais velho, Esaú, que insistia em se ligar à gente local. Com seus casamentos com as filhas dessa gente Esaú tornou-se o pai dos Edomitas, os quais em gerações posteriores viriam a dar muito o que fazer ao Povo Eleito – descendente de seu astuto irmão mais novo, Jacó. Sua
esposa mais amada era a encantadora Raquel, e o filho mais velho dela,
José, tinha-se tornado o seu favorito. Os irmãos do rapaz eram muito
mais velhos do que ele, e sua imprudência juvenil, juntamente com a
parcialidade do pai, tornou-o muito odiado por seus dez irmãos. |
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Jacó
tinha ciúmes de seu irmão gêmeo Esaú, que nascera apenas um momento
antes dele, e cobiçava sua herança. Um dia vendo Esaú esmorecido de
fome, comprou-lhe o direito de primogenitura por um pouco de pão e um
pote de lentilhas. Vendo-se ludibriado, Esaú ameaçou matar o irmão, e
Rebeca aconselhou Jacó, seu favorito, a fugir para sua velha pátria de
Padã Arã e viver com seu
irmão Labão. Foi durante essa fuga que Jacó sonhou com a escada que
chegava ao céu e que ouviu
a voz do Senhor dizer-lhe
que ele, Jacó e seus descendentes herdariam a terra de Canaã. |
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Jacó
fez um rigoroso aprendizado como pastor de Labão em Padã Arã. Ele
desejava casar-se com a filha mais velha de Labão, Raquel, e embora Labão
concordasse com isso, primeiro ludibriou
Jacó casando-o com Lia, a filha mais velha. Jacó teve que
servir Labão, sete anos por Lia e sete mais por Raquel. Finalmente,
havendo realizado seu desejo, rompeu com Labão e com suas duas esposas
e os rebanhos e manadas que possuía, pôs-se a caminho de volta para a
erra de Canaã. Isso marca a separação nítida entre a raça hebréia
em evolução e a terra e os povos arameus. Durante
a caminhada de volta, próximo ao rio Jaboque, Jacó “lutou” com o
anjo do Senhor e recebeu o nome pelo qual ele e seu povo viriam a ser
conhecidos daí para o futuro – Israel. No dia seguinte fez as pazes
com seu irmão Esaú. Durante
os próximos trinta anos, Jacó e sua crescente família levantaram suas
tendas e apascentaram seus
rebanhos em muitos pontos familiares nas montanhas
de Samaria e Judéia e
no “país do sul”. Jacó desposara muitas mulheres, coisa muito
comum numa época em que muitos filhos morriam na infância e os que
chegavam a idade de trabalhar podiam contribuir materialmente para a
riqueza dos pais. As
tendas de Jacó estavam armadas perto de hebrom quando Jacó fez
dezessete anos e que os dez irmãos se vingaram dele.
Parece que José era uma espécie de mensageiro entre o velho
pai, que ficava no acampamento principal, e os filhos, que saíam
procurando os melhores pastos, algumas vezes à grandes distâncias. Foi
numa dessas missões que o jovem José, vestindo sua túnica de muitas
cores partiu para o norte de Siquém. Não encontrando seus irmãos e o
seu gado lá, andou mais alguns quilômetros até Dotã, e foi aí que
seus irmãos o capturaram com a intenção de o matar. Pouparam-lhe a
vida, entretanto, venderam-no para o que poderia ser uma espécie de
morte em vida – a escravidão. Os
ismaelitas que o compraram eram um grupo de mercadores que atravessaram
o Jordão e se dirigiram para a rota principal do Egito que passava
através das planícies da costa. A transação que eles fizeram talvez
não fosse coisa incomum naqueles tempos, especialmente naquela terra
sem Lei e esparsamente povoada. O teatro da história bíblica muda
agora de Canaã para o Egito, acompanhando o desventurado Jose à terra
onde inconscientemente irá preparar um lar para o povo que um dia
possuirá Canaã – Os Filhos de Israel, seus próprios descendentes e
os de seus irmãos. Qual
era a situação na estreita faixa de terra ao longo do Nilo, quando José
lá chegou? Provavelmente ele chegou ao Egito
no período entre o Médio e o Novo Império, durante os dias dos
Hicsos. O historiador
Josefo, escrevendo por
volta de 80 AD, e citando um antigo sacerdote
e historiador egípcio chamado Maneton, explica
como aconteceu a terra dos faraós cair sob domínio dos hicsos ,
um povo de origem semita, assim como José. Sabemos
que José ascendeu a uma posição de grande destaque sob um dos faraós hicsos. Entrou no Egito como escravo e
tornou-se primeiro-ministro graças a sua habilidade de interpretar
os misteriosos sonhos do faraó. Predisse uma fome e salvou a nação
pondo de lado o trigo de sete anos gordos
para ser usado durante os sete anos magros. José levou também
seu povo para o Egito e estabeleceu-o na rica região do delta conhecida
na Bíblia com o nome de Gósen. Durante
os primeiros anos da ocupação dos hicsos parece que os egípcios
aceitaram seus conquistadores sem resistência. A casa de Israel
floresceu. Jacó passou os últimos dias de sua vida no Egito. No seu
leito de morte ele fez o seu filho José prometer que levaria seus
restos de volta à Terra Prometida e os depositaria no sepulcro de
Macpela, ao lado dos de seus avós Abraão e Sara, de seus pais Isaque e
Rebeca e de sua primeira
esposa Lia. E assim foi que, depois de o corpo ser embalsamado e de
haverem passado quarenta dias de luto, Jose piedosamente empreendeu a
melancólica viagem à frente de
um cortejo fúnebre. Esse cortejo compunha-se de todos os anciões da
casa do faraó e os anciões da terra do Egito, assim como os da casa de
José e de seu pai e de todos os seus irmãos. (Gn 50,7-9). Na
cidade de Hebrom está
localizada a Gruta de Macpela onde estavam os pais da raça hebréia . Aí
Jacó foi depositado para repousar. Depois
do sepultamento Jose e seus irmãos voltaram ao Egito, onde ele
conquistou novas honras e viveu uma vida longa e útil. E os Filhos de
Israel – a família de José e as famílias de seus onze irmãos, que
constituíam as Doze Tribos – estabeleceram-se permanentemente no
Egito nessa época, fazendo dele a sua pátria durante as doze ou
quatorze gerações seguintes, ou seja, até ao tempo de Moisés. Não
se haviam passado muitos anos depois da morte de José quando chegou
para o Egito o dia do ajuste de contas com a expulsão dos Hicsos do país.
Por fim, os príncipes naturais do Egito começaram a revoltar-se. O Príncipe
Amés derrotou os Hicsos com um considerável exército. Não contente
com haver expulsado os Hicsos e seus aliados para além da fronteira,
perseguiu-os por toda a Canaã, saqueando as cidades em que eles se
escondiam e levando muitos despojos para o Egito. A recordação dos
anos de humilhação sob os Hicsos suscitou uma atitude militante e
agressiva entre os egípcios. Nos anos que se seguiram o Egito tornou-se
uma potência respeitável. Amés
I, hábil soldado, tornou-se também governante competente e foi o
fundador da Décima dinastia no ano de 1580aC. Sob esta dinastia o Egito
foi muito afortunado e seu poder foi se estendendo a áreas cada vez
maiores. Antes da morte do trineto de Ames I , Tutmés III, este novo
Egito era senhor de um imenso território que ia do norte da África até
a margem do distante rio Eufrates. No próximo mês: “O Êxodo do Egito”. |
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